sexta-feira, 21 de março de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Traquininha...
Na eira andava a traquina,fazendo o que lhe dava na telha ...Uma pena puxava á galinha,a orelha puxava á ovelha ...
A vaca mugia alto,e a traquina dela não fugia ,
com olhos travessos a olhava,e um sorriso maroto lhe dirigia ...
Ás suas tetas procurava,e a vaca ,essa , nem se mexia ,
era pois a sua traquina que ali estava,aquela que lhe dava tanta alegria ....
De leiteira não precisava a traquina ,para o leite das tetas da vaca tirar.
pois destas biberão fazia,enquanto o morno leite, os seus lábios sorvia ...
Sua mãe a chamava receosa,mas a traquina distraída ,nem a ouvia ,
continuava as suas travessuras,não parando enquanto ainda fosse dia.
Traquinice avançada ás cavalariças chegou,a correr a saltar, uma musiquinha cantarolou.
Os cavalos a sorrir , de esguelha, marota os olhou ,
e num abrir e fechar de olhos... a todos eles soltou...
Desesperada, a sua mãe aos céus bradou,pois a traquininha no meio da manada ficou ...
Sua mãe preocupada aos deuses implorou,e por a sua traquininha ,esta gritou ...
No meio dos cavalos, entre a poeira levantada ,ouviam-se estridentes gargalhadas,
era a traquininha feliz ás risadas,que o rabo de seu cavalo preto puxou ...
que num trotar carinhoso ,relinchou ...
E ninguém soube como,do meio da manada, com um sorriso vitorioso ,
saiu a traquininha , que no belo garanhão preto, sem sela montou...
Relinchares se ouviam ,nos sorrires que se gargalharam
Mas o ar de preocupação no rosto de sua mãe se denotou...
Fizeram as lágrimas brotar , e o seu rosto inundaram ,
pois a traquininha muito sustos à sua mãe num só dia, pregou .
Traquininha , traquininha...
Que enquanto acordada , tudo o que tocava á sua volta não parava ...
E ,chegava pois, ao fim da tarde... extremamente cansada...
Traquininha tão traquina , que antes de se aninhar no seu berço ,
com o seu pai conversava...
Dentro do porta fotos , á sua cabeceira,este sorrindo-lhe, se encontrava,
que com um sorriso saudoso ... traquininha segurava...
e assim o seu olhar de braços pequeninos o abraçava...
O seu dia turbulento lhe contava , e a sorrir um beijo lhe soprava ...
E assim a traquininha adormecia...aos braços de sua mãe aconchegada ...
E com as lindas travessuras do dia seguinte... quem sabe...
traquininha ...sonhava...
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Com muito Amor...
Brotou há anos passados ,
uma das duas flores mais belas do universo...
Sorri hoje essa flor ao meu ser todos os dias ,
Perdendo-se o meu sentir de felicidade em cada sorriso seu ,
Quando chora , meu coração sufoca,e em pranto ele se aperta
E com o abraço do amor ,a essa flor os meus braços ,
entre afagos e ternuras,carinhosamente cerca
Tenta transmitir-lhe assim,sentires enviados com amor
Para que essa flor o seu sorrir não perca, e alivie a sua dor...
Hoje é o seu aniversário,e sopro-lhe eu um beijo meu
No desejo continuo que a vida lhe continue a sorrir
Como sorri essa flor ao coração meu...
Flor que de mim... há 16 anos nasceu...
Nandinho,
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
Tu ... e ... Eu
Da janela do meu pensamento,meus olhos fitaram os teusSentia-os tristes , alagados,precisando de carinhos meus
Num gostar partilhado ,meu coração ao teu, passou a implorar
Pedia-lhe aqui e agora,para não mais lágrimas chorar
Mas ele ,tão triste estava , que o meu não ouviu
E mais e mais lágrimas,teimou em derramar
Coração meu ainda mais se entristeceu...
E sentido, em sufoco, começou a soluçar,
só e apenas , por ele nada poder fazer,
nem com um afago carinhoso o poder aconchegar
Chora meu coração assim...por a ele tão só o amar
Dorido se aninhou num canto,sentindo as dores do sofrimento teu
Bradou aos céus em pranto,que te tirasse desse imenso breu
E num sentido desejo ,que te devolvesse o sorriso teu
De nuvens se vestiu o dia,entre raios e trovões anoiteceu.
De lágrimas se carregaram as nuvens,brotando pétalas de rosa do céu
Sobre o coração lindo que é teu,p ois foi esse o imenso desejo meu
Onde ambos os corações se banharam,em suspiros sinceros desabafaram
Entre pérolas de sentires no bem querer que te quero eu
E assim gostava de te devolver o lindo sorriso,que um dia aos meus olhos nasceu
E com olhares sentidos e cheios de esperança
Te ver imensamente a sorrir... de Felicidade ... abraçado ao Amor...
que um dia floresceu...
***
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
O Rei de Quase Tudo ...

O Rei de Quase Tudo tinha quase tudo.
Tinha terras, exércitos e tinha muito ouro.
Mas, o Rei não estava satisfeito com o quase tudo.
Ele queria tudo.
Queria todas as terras.
Queria todos os exércitos do mundo.
E queria todo o ouro que ainda houvesse.
Assim, mandou os seus soldados à procura de tudo.
E mais terras foram conquistadas.
Outros exércitos foram dominados.
Nos seus cofres já não cabia tanto ouro.
Mas o Rei ainda não tinha tudo.
Continuava o Rei de Quase - Tudo.
Por isso ele quis mais
Quis as flores, frutos e os pássaros.
Quis as estrelas e quis o sol.
Flores e frutos e pássaros lhe foram trazidos.
Estrelas foram aprisionados e o sol perdeu a liberdade.
Mas o rei ainda não tinha tudo.
Porque tendo as flores, não lhes podia prender a beleza e o perfume.
Tendo os pássaros, não lhes podia prender o cantar.
Tendo as estrelas, não lhes podia prender o brilho.
E tendo o sol, não lhe podia prender a luz.
O Rei era ainda o Rei de Quase tudo.
E ficou triste.
Na sua tristeza saiu a caminhar pelos seus reinos.
Mas os reinos eram agora muito feios.
As flores e os frutos tinha estrelas e o dia não tinha sol.
E triste como ele eram os seus súditos.
Então o Rei de Quase - Tudo não quis mais nada.
Mandou que devolvessem as flores aos campos e que entregassem As terras conquistadas.
Mandou que plantassem árvores para que dessem frutos e que soltassem os pássaros.
Mandou que distribuíssem as estrelas pelo céu e que libertassem o sol.
O Rei ficou feliz
Na sua imensa alegria sentiu a P A Z .
E sentindo a paz, O Rei viu que não era mais o Rei de Quase - Tudo.
Ele agora tinha tudo.
Autor Desconhecido
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Insanamente...
No olhar dos medos profanos
Aveludados em maresias de calmia
Tornando pensamentos insanos
Na vontade de abraçar o se que se é
Quando se tem o que se deseja
Quando se deseja o que se não possui
Mas que se sente o que de todo nos inclui
Neste desejar insano
Onde o pensamento se tornou leviano
E o saborear se transformou
na vontade devoraradora
De ,de ti me saciar
E de teu ser me alimentar
Insanamente a ti me entrego
Levianamente em nós nos transformo
***
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
"Presentes..."
E pensava , pensava que ...
Os seus bolsinhos vazios estavam,
na sua carteirinha de farrapos tostões não havia.
Lembrou-se então , de ao jardim da avó ir ,
para umas florzinhas apanhar ,
com elas fazer uns raminhos
E ,esses assim os ofertar...
Olhando as florzinhas começou a pensar ,
se dores elas iriam ter ...
Ao assim as cortar....pensou se elas iriam chorar...
se iriam morrer ...
Belas eram as flores , que estavam no jardim
Vivas e felizes , por ali estarem assim ...
Se ela as cortasse, iriam enfeitar a casinha,
ou, iriam ser postas ali num cantinho .
por não serem rosas de botões a florir ...
Sorriu para as lindas flores do jardim,
que companhia lhe faziam ali ...
Voltou para casinha , mas ainda prendas não tinha.
Triste por ser pobrezinha,
por tostões não ter,como os outros meninos.
Cansadinha de pensar ...
Que prenda iria ela dar ,
Se prendas ela não tinha?...
Procurou lápis de cor e papel ,
e começou a desenhar ,
imensas prendas coloridas
começou ela a pintar:
um coração ao topo
um sorriso bem ao centro
uma lágrima que ali pousou
De felicidade , se adivinha.
Pois agora ...a menina pequenina ,
presentes já tinha...
E pensou , pensou ,
que afinal não era pobrezinha,
pois tinha quem a amasse,
um papel para colorir,E os lápis de cor a lhe sorrir...
Agora presentes podia ofertar,
Com os seus sentires, o coração de belas cores a colorir
Para todos os que ela ama
Os receberem a sorrir...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
"Até já..."
Olho o nublado céu por cima de mim...Lágrimas de chuva cristalina se acomodam em meu rosto...
Paira no ar a nostalgia da perda , a dor da despedida ...
A cumplicidade de um sentir outrora partilhado .
Voa nos tempos a minha lembrança...
Abraço ao vento esta minha tristeza de a ver partir...
Sorriu na hora da despedida...
Queria vê-La mais uma vez... dizer-Lhe o que tantas vezes o meu coração Lhe disse.
Guardo na lembrança que ,não houve uma única vez que não Lhe dissesse: Gosto tanto de Si!
Ainda bem...pois assim hoje posso dizer-Lhe mais uma vez...prometendo que a última não será!
De véu branquinho , cintilante se afasta ... sorrindo-me, acenando-me, indo fazer companhia ás mais belas Estrelas que algum dia conheci, amei e senti...e Amo... Sinto...
Hoje... é um dia cinzento... uma noite fria...muito fria...
Mas é uma noite mais iluminada...
Pois no céu há mais uma Estrela...
E a sua Luz , irá iluminar-me a mim... e a todos os que ama, e a Si a amam.
Um beijo enorme na certeza da saudade que de Si irei sentir minha Querida “Avó”
Adoro-A...nunca me cansei de o dizer... não me cansarei de o repetir...
E a Sua falta... muito irei sentir ...
...
MI*
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Sousa Tavares

Rio das Flores de Miguel Sousa Tavares
Sinopse :
Sevilha, 1915 - Vale do Paraíba, 1945: trinta anos da história do século XX correm ao longo das páginas deste romance, com cenário no Alentejo, Espanha e Brasil. Através da saga dos Ribera Flores, proprietários rurais alentejanos, somos transportados para os anos tumultuosos da primeira metade de um século marcado por ditaduras e confrontos sangrentos, onde o caminho que conduz à liberdade parece demasiado estreito e o preço a pagar demasiado alto. Entre o amor comum à terra que os viu nascer e o apelo pelo novo e desconhecido, entre os amores e desamores de uma vida e o confronto de ideias que os separam, dois irmãos seguem percursos diferentes, cada um deles buscando à sua maneira o lugar da coerência e da felicidade.
Rio das Flores resulta de um minucioso e exaustivo trabalho de pesquisa histórica, que serve de pano de fundo a um enredo de amores, paixões, apego à terra e às suas tradições e, simultaneamente, à vontade de mudar a ordem estabelecida das coisas. Três gerações sucedem-se na mesma casa de família, tentando manter imutável o que a terra uniu, no meio da turbulência causada por décadas de paixões e ódios como o mundo nunca havia visto. No final sobrevivem os que não se desviaram do seu caminho.
Fonte:http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=165796
domingo, 14 de outubro de 2007
"Candidatura ao Ensino Superior Público"
.ª Fase do Concurso Nacional de Acesso
Lenita ( a minha Princesa) B.I. XXXXXXXX
Colocada
XXXX-Instituto Politécnico do Porto -
XXXX-Contabilidade e Administração
171,1
186,0
163,0
163,0
sábado, 13 de outubro de 2007
"Olhar Mirandela..."
E é por aqui algures que ando,
Neste dia apetecido...
Respiro o ar da saudade,
Por um dia d'ele me ter despedido.
Olho o horizonte de esperança,
Busco a alegria aqui perdida...
Raizes ficaram ,por aqui plantadas,
Num terno abraço da partida.
Hoje sózinha voltei.
Para a alegria buscar...
Levá-la comigo para onde for
E jamais a voltar a largar
***
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
"Amigo..."

Sorrir ao teu coração, vesti-lo com um calção, azul da cor do céu,
Olha...ele gostou,sorriu , gargalhou:))
Ficou feliz com a pernita á mostra...
o vento sopra mas ele nem se importou
Pois o azul do céu a ele o encantou
A mão que a ti estendi ,a tua apertou ... estava quentinha e a ele acarinhou
Com o seu calor , assim o aconchegou, nem sentindo ele o frio, que se aproximou.
Nesta vida , tudo se pode, tudo se faz, não importa a idade ,se é rapariga ou rapaz...
Importa sim...o que vai na alma , no coração
Tenhamos a idade que tivermos, lembremos que nem tudo o que fizemos foi opção,mas contudo é sempre uma idade bonita , a que tem a nossa alma
Muitas vezes nos esquecemos que nada é em vão
E um sorrir sincero...sempre alegrou um coração
Um beijo terno no olhar teu
09.10.2007
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
domingo, 30 de setembro de 2007
"Esperança "

A esperança persiste, mesmo entre os escombros da guerra,a esperança permite ao homem reconstruir a paz.
A esperança persiste, mesmo diante da traição,a esperança permite ao que foi traído, o recomeço com serenidade.
A esperança persiste, mesmo diante da doença mais grave,a esperança permite ao homem continuar à busca da cura.
A esperança persiste, mesmo diante da maior injustiça,a esperança permite que se repare o erro, não importa o tempo decorrido.
A esperança persiste, mesmo diante da dor mais profunda,a esperança resiste e nos empurra para a conquista.
A esperança persiste, mesmo diante do abalo da fé,a esperança permite que o homem busque o seu Criador.
A esperança persiste, mesmo diante da depressão profunda,a esperança resiste à falta de sonhos e nos recoloca no caminho.
A esperança persiste, mesmo quando não há mais esperança,afinal de contas, a esperança é a centelha da vida, é a própria chama,o fogo que alimenta a nossa caminhada e te convoca agora, afinal de contas:tudo está para ser feito e existem novas oportunidades para quem persiste,um novo amor está para chegar, um novo trabalho se aproxima,uma nova família para depender de você, novos amigos que te vão conhecer,pessoas e mais pessoas que vão descobrir, assim como eu,que você é a própria esperança , a certeza que o mundo vai melhorar,você é a chama, o fogo, a esperança é tocha que nunca se apaga.
Sê como a esperança, persiste mais um pouco.
***
(Postado em 25/12/2004 in"O Meu Cantinho")
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Tempestade de Sentires
Vejo à minha frente
Um caminho diferente
Um caminho que se diz contente...
Mas eu...
Perco-me no meio de palavras divergentes...
O sonho, só, não basta
Preciso de algo que me afaste
Da ilusão, da incerteza, da incoerência.
A realidade, apenas, não é suficiente
Quero acreditar e confiar nos meus instintos...
Nas minhas vontades...
O nevoeiro, calmamente regressa à minha vida.
Uma nova estação se apresenta.
O vento bate à minha porta
Mas a passividade impede-me de a abrir
Impedindo também que me transforme...
Impedindo que me permita a modificar...
Impedindo um turbilhão de emoções...
Impedindo uma tempestade capaz de lavar as feridas mais profundas...
Quero-te como um furacão.
Quero-te como uma catástrofe,
Como algo capaz de me deitar abaixo...
Mas que em seguida me dê a mão para me erguer outra vez.
E assim de cara e alma lavada talvez mude o meu caminho...
E assim talvez siga mais uma vez por estradas erradas
na esperança de um dia voltar a encontrar-te...
IM
sábado, 22 de setembro de 2007
*Elegante Sinceridade*
Por isso, jamais se tinha deixado retratar. Quando, porém, já estava velho, seu filho e sucessor, preocupado com a possível ausência da figura do pai na galeria real, tanto insistiu que conseguiu dele a anuência em se deixar retratar.
O monarca estabeleceu uma condição: - só aceitaria o retrato, como sua estampa oficial, se encontrasse um artista que o pintasse a contento. E os artistas que tripudiassem sua imagem, seriam executados, conforme a tradição do reino: - na forca.
Aceita a condição, editais foram espalhados por todo o Reino, convocando os artistas para a importante e perigosa tarefa. Não obstante o risco, três se apresentaram, para tentar o que seria a suprema obra de sua vida e ganhar assim fama, reconhecimento e muitas moedas de ouro. Justamente os três melhores mestres da arte pictórica do Reino se apresentaram para o comedido.
O primeiro artista retratou o monarca tal e qual, com o narigão enorme e tudo. O rei, vendo o quadro acabado, embora admirando o gênio artístico do pintor, enfureceu-se com ao ver sua figura horrenda e mandou enforcar o infeliz artista.
Veio o segundo pintor e, temeroso, pintou o rei fielmente, com exceção do aberrante apêndice nasal, em cujo lugar colocou irrepreensível narizinho. O soberano, sentindo-se ridicularizado, assinou igualmente a pena capital do segundo, sem comiseração.
Chegou, a vez do terceiro pintor, o qual, habilidoso, conhecendo a paixão do rei pela caça, retratou-o portando um arco e flecha, a atirar numa raposa. E o antebraço segurando a arma, dissimulava o nariz. Vendo o resultado do trabalho, o monarca sorriu satisfeito e recompensou-o generosamente.
.
. ( A quem souber a sua autoria agradeço que me a indique...a si o que seu é de direito...Grata)
As três atitudes mais comuns em relação à verdade:
A primeira é a franqueza rude, contundente, que não hesita em expõr toda a realidade dos factos, doa a quem doer. Os partidários dessa atitude podem revelar o mérito da coragem e do desinteresse, mas tiram nota zero em relações humanas.
A segunda é a hipócrisia interesseira. Os deste grupo podem revelar inteligência e engenhosidade para distorcer os factos, a fim de agradar aqueles a quem desejam conquistar.
A terceira, é a dos partidários da verdade construtiva, evidenciando o que é útil, edificante, e elegante, omitindo súbtilmente os aspectos menos agradáveis da vida do próximo.
***



